Todo e qualquer fato pode ser associado à geografia. Não é a toa que ela é a disciplina da atualidade.

Abrindo precedentes não. Mantendo antecedentes…

Ontem a Câmara dos Deputados recusou o pedido de cassação do mandato da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF).

Na verdade, votou e absolveu a deputada Jaqueline Roriz que, em 2006, aceitou maços de dinheiro do pivô do escândalo conhecido como mensalão do DEM, Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal. Esquema descoberto pela operação conhecida como Caixa de Pandora.

Dos pouco mais de 500 deputados federais da Câmara, estavam 451 deputados presentes. Destes, 265 votaram contra a cassação, 166 a favor e 20 se abstiveram.

O Senador Pedro Taques criticou severamente o resultado: “Infelizmente ontem a Câmara dos Deputados não deu o exemplo de um estado republicano. Absolveu uma deputada que foi encontrada recebendo dinheiro. A justificativa é que o passado ficou para trás – criticou.

manifestantes pedindo a saída da deputada em Brasília.

Pedro Taques asseverou que o mandato parlamentar não pode ter a função de um escudo para a prática de crimes. Para ele, os deputados deveriam ser intolerantes com todos aqueles que roubam ou concordam com roubos.

Bom se todos pensassem assim…

Mas, quando eu vi o advogado dela dizendo que, caso ela fosse cassada, o fato abriria precedentes para novas cassações, eu pensei: se livrou!

(FONTE: G1, R7)

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